Por Mari Monteiro

Costumo contar aos meus alunos a história das "pessoas - lixa" para ilustrar as relações humanas, sobretudo, as relações conturbadas, permeadas de desrespeito, de agressividade (verbal, moral... e afins). Especificamente, neste momento da minha vida, sinto-me cercada por "lixas". Mas, desta vez, não são "meras lixas de parede"; são piores, mais perversas, porque julgam. E o julgamento (mais precisamente os pré-julgamentos, mesmo porque as "pessoas-lixas" sempre julgam sem conhecer a verdade) é uma das mais cruéis ações humanas. Para entender melhor isso, leiam "As maçãs do Sr. Pie Body", a versão de uma lenda indiana escrita por Madonna para o Mundo Ocidental. Retornando às "lixas" que me cercam, não posso deixar de enxergar o lado bom de tudo isso (afinal, sou otimista por natureza, "mas que beleza!"rsrsrs) e agradecê-las. pois quando tudo isso terminar, cá estarei euzinha, mais macia e dócil do que sempre fui. Enquanto as lixas, ( pobres coitadas!), estarão velhas, rotas e desgastadas pelo atrito com meu corpo. E, então, meus amigos... tenham paciência, esperem que eu "deixe meu casulo" e lhes mostrarei minhas cores e minha gratidão estampadas no brilho dos meus olhos e expressas num abraço firme e suave.
Bjus de luz!!!