Quando tudo está muito complicado, estico minhas pernas, olhos para os meus pés calçados com um All Star surrado e penso "CERTEZA É O CHÃO DE UM IMÓVEL. PREFIRO AS PERNAS QUE ME MOVIMENTAM" (N. REIS)

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domingo, 23 de junho de 2013

PREFIRO SER FELIZ...

Por Mari Monteiro


Não se deixe enganar pelo título desta crônica. Quando tenho razão, posso argumentar durante a noite toda. Porém, existem algumas regras: se ouvir um grito, paro imediatamente a conversa (os argumentos devem ser forte e não o tom de voz); minha paciência para ouvir é imensa (sou praticamente a versão feminina de Dalai Lama... hhahahha); mas não cometa injustiças perto de mim... viro bicho (um bicho educado; mas que não deixa nada barato... e nem pra depois). Costumo dizer que tudo que não EXPLODE, IMPLODE. Então, quando sinto algo injusto ou por demais arrogante e descabido, se eu não disser, literalmente, vomito. Acho mesmo que isso é uma ordem que meu cérebro dá ao meu estômago: " NÃO ENGULA ISSO!"


Mas, nem sempre brigo pela minha razão até o fim.  Há coisas infinitas mais VALIOSAS do que ter razão. Então... às vezes, eu cedo. Aprendi isso a duras penas, sentindo arrependimentos  (um dos piores sentimentos que podemos sentir, porque o que está dito já era...). Então, agora, quando percebo que vai dar merda... que vou chorar pelo leite derramado... interrompo minhas argumentações. Em certos casos, por amar demais quem está falando comigo; em outros, porque a pessoas tem tantas VIRTUDES, que não valeria  a indisposição e o desconforto.



Enfim, sempre que tiver que optar entre a razão e a felicidade, não pensarei duas vezes! Mesmo porque já tive provas de que , na maioria das vezes, é só uma questão de tempo... para provar minhas (suas) teorias. E, finalmente, aprendi também que o SILÊNCIO GRITA MAIS ALTO QUE QUALQUER ARGUMENTO. E tem mais. A gente aprende, com o tempo, a  argumentar apenas com um olhas mais demorado...

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♥♥♥ Ao meu paizinho amado ♥♥♥

Trecho do filme: "Do outro lado da nobreza"

Trecho do filme: "Do outro lado da nobreza"
“Cuidaremos um do outro (...). No Reino do Mar há um vale onde são guardadas as coisas perdidas da terra: reinos perdidos; posses perdidas; horas perdidas e amores perdidos. As pessoas vão até lá procurando atos e dias perdidos e ficam surpresas por encontrarem um pouco de juízo perdido, simplesmente, porque nunca deram por falta dele.”