Desde sempre tive diários improvisados (rs) para dias felizes ou para noites sombrias. Textos ora fictícios, ora dolorosamente reais. O "avesso do meu casulo" é a minha essência. Coisa rara de ver e de sentir. É mais fácil ver o casulo do outro, julgá-lo apenas pelo seu exterior. Sequer lhe damos o merecido crédito da metamorfose: a saída do casulo. Aqui, apresento parte do meu casulo,falo sobre meu avesso para, um dia, talvez,conhecer o seu. Entre e sinta-se em seu próprio casulo.rs
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segunda-feira, 1 de julho de 2013
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Trecho do filme: "Do outro lado da nobreza"
“Cuidaremos um do outro (...). No Reino do Mar há um vale onde são guardadas as coisas perdidas da terra: reinos perdidos; posses perdidas; horas perdidas e amores perdidos. As pessoas vão até lá procurando atos e dias perdidos e ficam surpresas por encontrarem um pouco de juízo perdido, simplesmente, porque nunca deram por falta dele.”